Arquivo do mês: julho 2009

Felicidade, missão e ambição

Fui convidado a planejar a editoria de Esportes da Revista Digital Sem Fronteiras em setembro do ano passado. A primeira sensação foi de felicidade, pois, naquele momento, tinha certeza de que estava a realizar um bom trabalho no blog futebolístico Por Dentro do Mundo da Bola. Após ser muito bem recebido por todos, dei-me conta de que tinha uma missão: fazer diferente. Não para me vangloriar, mas a fim de atender à proposta do site.

A informação precisa, a opinião sustentada por argumentos fortes e um certo nível de bom humor passaram a sustentar a minha ambição. Somadas à vontade de invadir um campo importantíssimo do Jornalismo, essas aspirações me motivaram a escrever também sobre Fatos Históricos e, por conseguinte, assumir a editoria de Educação.

Boa convivência com os colegas de trabalho (agora meus amigos), desejo de contribuir para levar o projeto à frente e uma intenção gigantesca de fazer um trabalho legal para você, futuro leitor Sem Fronteiras. Assim, defino minha trajetória até aqui.

Daniel Leite,

Editor de Educação e Esportes.

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Chuta que é gol!

Lembre-se do último jogo em que o time para o qual você torce fez um gol. O atacante em posse da bola corre em direção à grande área, dribla o zagueiro, engana o goleiro e, por fim, o gol da vitória! O momento seguinte é de euforia e comemoração. E tem motivos para isso.

Mas este não pretende ser um post sobre esportes, mas sim, sobre ciência. Isso mesmo!

Quando você pega algum jornal, na seção de esportes, começa a ler sobre o clássico do seu time preferido – sobre os principais lances -, e bate aquele orgulho do time como se fosse você mesmo quem tivesse feito o gol, uma surpresa: você o fez.

Pelo menos para o seu cérebro, que, ao ler sobre o ocorrido, ativa as áreas que controlam os movimentos exigidos para o feito, como se você estivesse em campo prestes a fazer o gol. Mesmo que na verdade você esteja, obviamente, sentado no seu sofá, parado, lendo.

Resultados de estudos, como o exemplo acima, reportagens e muito mais, começam a fazer sentido para o leitor em breve na Revista Digital Sem Fronteiras.

Cassio Teles

Editor de Ciência e Tecnologia

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Os incríveis e terríveis estragos do amor

-Senhorita! Acredita em amores à primeira vista?
-Claro que sim! Os impossíveis são os outros – disse sem tirar os olhos da tela do computador.

Este trecho é de um conto do Nobel de literatura Gabriel García Márquez sobre a efemeridade e intensidade da paixão, transformando-se em amor.

Do arrebatamento inicial ao amor maduro que nutro pelo jornalismo hoje, sinto que, se não fosse essa paixão à primeira vista, provavelmente não estaria tentando explicar por que vejo nesta revista minhas mais nobres realizações jornalísticas e pessoais.

Pensando bem, não tentarei explicar. Quero apenas que me dê a mão, caro e futuro leitor, nessa pequena viagem de idealismo com os pés nos chão. Garanto que parte do amor que  esta profissão nos faz ter, mesmo cheia de incertezas, será maior que as barreiras que irão surgir. E quem ganhará com essa energia será você, que pacientemente nos dá o privilégio da leitura.

P.S.: o conto se chama  “O avião da bela adormecida” no livro Doze contos peregrinos. Vale a pena ler, pois autores como Gabo certamente merecerão atenção de nossa jovem e atenta equipe.

Anderson Gonçalves

Editorias de Opinião, Cultura , Esportes e Saúde e bem-estar

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Adicionando tempero à mistura

O quê? Quem? Como? Quando? Onde?

Que chatice! A fórmula tradicional do texto jornalístico, com base nessas cinco perguntas, inicialmente deu certo dinamismo à produção de notícias. Segundo alguns teóricos, conferiu objetividade às informações e foi um dos fatores responsáveis por fazer jornais venderem mais que pão quente. Mas essa fórmula tradicional, conhecida no jargão jornalístico como lead, foi tão exaustivamente explorada pelos redatores que hoje as notícias já saem com gosto de pão amanhecido.

Para inovar o texto jornalístico, um grupo de repórteres americanos – entre eles Gay Talese, que recentemente participou da Festa Literária Internacional de Paraty – desenvolveu um novo método de escrever reportagens: importando elementos da literatura, esse novo método não simplesmente noticia, mas sim, conta um fato. Com descrições de lugares e de personagens, diálogos, e com um narrador que conhece cada detalhe do acontecimento, a reportagem ganha sabor. Essa nova forma de escrever fez a reportagem parecer um conto ou um romance, por isso  ficou conhecida como Jornalismo Literário.

Para conhecer mais sobre esse novo estilo, não perca a coluna Ensaios Marginais, em que você vai conferir o tempero que faz o bom texto jornalístico. A cada quinze dias, aos domingos, a coluna Ensaios Marginais vai trazer reportagens no estilo literário e provar que não existem fronteiras para o bom texto jornalístico.

Rogério Dalbem

Colunista de Ensaios Marginais e editor de Cultura.

Liga Sem Fronteiras – O convite

Chamado para fazer parte da Liga Sem Fronteiras, prontamente aceitei a proposta de ser colaborador neste projeto ousado que estava por se iniciar. Um portal informativo, que se estenderia além da notícia para opinar sobre os fatos narrados. Grandes portais de notícias já existem aos borbotões na rede, de modo que a toda notícia qualquer internauta possui fácil acesso. No entanto, a opinião é única, cada um contribui de certa forma com a sua. É o que todos desejamos fazer.

Convidado por pessoas que conhecia apenas virtualmente, de contatos que fazíamos entre nossos blogs, fortaleci a relação que antes possuía com muitos deles, assim como me identifiquei ainda mais nesse caráter de querer transmitir nossa opinião a um número maior de leitores e criar um olhar crítico de conteúdos que, muitas vezes, são relegados a segundo plano.

Nosso trabalho está apenas por começar, mas desejo que seja prazeroso a todos nós – de ambos os lados – e, acima de tudo, imensamente proveitoso. O resultado você verá dentro de alguns dias. Enquanto isso, continue conferindo o que temos a dizer.

Alex Lirio – Colunista de Educação

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Jornalisticamente Histórico

Os tradicionais veículos de comunicação são muito eficazes na transmissão de fatos. Eles ocorrem, e você fica sabendo. No entanto, o objetivo da Revista Digital Sem Fronteiras não é simplesmente revelar o que aconteceu, mas, sobretudo, por que aconteceu.

Por isso, há na editoria de Educação a coluna semanal Fatos Históricos. Sempre aos sábados, você terá à disposição um texto jornalístico que dará conta do passado, mas com olhos bem atentos ao presente. Fatos Históricos será uma coluna a contextualizar acontecimentos atuais e relembrar datas importantes. Será também um jeito simples de compreender fatos e satisfazer curiosidades.

Daniel Leite,

Editor de Educação e Esportes.

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A versatilidade como trunfo

A Revista Digital Sem Fronteiras não é iniciativa de um grupo financeiramente poderoso. Por isso, seus integrantes perceberam a necessidade de assumir várias funções. Aliás, você já deve ter notado que a maioria dos repórteres e editores trabalha em mais de uma seção. E o que isso significa?

Os céticos diriam que o modelo implica falta de especialização. Mas eu posso garantir-lhe que não. Além do desenvolvimento pessoal, a multiplicação das responsabilidades proporciona a gana de estudar e dominar áreas antes desconhecidas. Nós ganhamos em versatilidade, e você, em conteúdo jornalístico diversificado e de qualidade. É só aguardar a Revista Digital Sem Fronteiras.

Daniel Leite,

Editor de Educação e Esportes.

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