O dia em que quebramos as fronteiras

Entrada do Ed. Maletta, ponto cultural da capital mineira

Entrada do Edifício Maletta, ponto cultural e boêmio da capital mineira

Nove de setembro de 2008. O dia em que a terra não parou, o sonho começou e a Sem Fronteiras nascia na mente de seus primeiros integrantes. Tínhamos um projeto em mãos. Aos poucos veríamos, no dia-a-dia, o quão duro é construir o alicerce de uma residência tão plural como esta revista.

De lá para cá, a equipe de 15 repórteres passou para dez. Nossos encontros virtuais se tornaram hábito. O Ed. Arcângelo Maletta veio a ser quase uma segunda casa para esta equipe itinerante. E nossos problemas de conexão ainda não foram resolvidos por completo. Talvez nem sejam…

O projeto, que surgiu tímido, após a ideia dos Lucas (o Fernandes e o Catta Prêta) de criar um blog, o Sem Fronteiras, tende a crescer e aparecer na figura da revista digital a ser lançada.

Aprendemos com o ex-editor de Cultura, André Martins, o significado prático do ditado: “Rapadura é doce, mas não é mole não.” E assim seguimos. Hoje com o blog e, mais tarde… bem, vale a pena conferir!

– Interaja com a revista por meio das redes sociais (clique aqui) ou através do seu comentário.
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