Do lazer ao caos

Se consumo, tenho direitos!

 

Táxi, a solução mais prática para o retorno aos lares, pós-meia noite - Crédito: A Devida Comédia

Táxi, a solução mais prática para o retorno aos lares, pós-meia-noite - Crédito: A Devida Comédia

Não é novidade alguma que Belo Horizonte tem a maior relação de bares por habitante no país. O conservadorismo mineiro, que adentra as manhãs da capital, torna luminoso e frio o concreto que desenha sinuosamente os principais pontos de encontro da cidade.

 

Entre música, cores e conversas agradáveis, acabamos nos esquecendo do martírio da volta aos lares. Um problema crônico, que aflige as grandes cidades brasileiras. O cidadão comum, ou opta por esperar horas por um ônibus, ao relento, ou passa grandes dificuldades para pagar o táxi.

A Praça da Savassi, tradicional ponto de encontro dos mineiros, reserva inúmeros bares. Além deles, muitos táxis, que cortam a madrugada belo-horizontina quase solitários. Com a quantidade de carros reduzida após a 0h, o metrô parado, o jeito é pegar um táxi. Com receio de carregar maiores quantias, muitos esvaziam a carteira de notas. E aí? O que fazer?

Pensando em aproveitar um nicho específico de mercado, uma cooperativa de taxistas da capital usa um modelo que deu certo no país: os cartões de débito e crédito. Um jeito simples e prático de pagar. Mas nem todos podem se valer dessa alternativa. Aí surge o problema. E é pensando nas noites, no transporte público e em você, cidadão, que iremos atrás de informações.

Seja na política, seja na economia. A partir de hoje, traremos os bastidores de um negócio rentável, que vai do lazer ao caos urbano. Uma polêmica sem fim. Um serviço de utilidade pública, que pretendemos, com sua ajuda, prestar a uma gama de internautas. Continue conosco!

Lucas Fernandes

Economia, Educação, Painel e Política.

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2 Respostas para “Do lazer ao caos

  1. O serviço de taxi de Belo Horizonte é um dos 3 mais caros do país. Antes de implementar qualquer espécie de facilidade no pagamento, como cartões de débito e crédito, por exemplo, era necessário rever as tarifas das bandeiradas na cidade. No Rio de Janeiro o taxi é, de fato, um meio de transporte. Aqui em BH, ele não passa de um luxo destinado a uma minoria da população.

    • Luana, é por essas e outras que pretendo tratar do assunto sob o viés econômico e político, mostrando a utilidade pública da matéria. As tarifas que incidem sobre o transporte belo-horizontino são altas e as distâncias menores que a de várias capitais brasileiras. O táxi é sim um luxo. E pretendo mostrar através da matéria que ele pode se tornar meio de transporte, assim como a capital mineira pode e deve rever seus conceitos acerca de mercado e consumo.

      Isso é o que pretendo apurar e trazer em palavras, evidências. E para conseguir isso, conto com vocês, internautas.

      Muito obrigado pelo comentário e continue conosco.

      Lucas Fernandes.
      Economia, Educação, Painel e Política.

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